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Falta de monitores poderá levar suspensão das atividades nas creches em Itabuna

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O ano de 2019 iniciou, mas os professores ainda enfrentam problemas do ano passado. Desta vez são as creches da rede municipal de ensino de Itabuna que estão enfrentando dificuldades em seu funcionamento, uma vez que os monitores não estão trabalhando porque estão, há quase três meses, com salários atrasados, situação que tem comprometido diretamente no trabalho dos professores. Para tentar auxiliar nesta problemática, a Diretoria do Sindicato do Magistério – SIMPI recebeu na tarde desta terça, 15/01 uma comissão de professores que trabalham nas creches, bem como integrantes do Movimento Acadêmico Grapiúna.

De acordo com os professores, as creches estão funcionando sem os auxiliares de educação, situação que tem interferido diretamente no trabalho pedagógico, uma vez que o professor tem que exercer o papel de docente e cuidador. “Sem os monitores, estamos exercendo múltiplas funções e colocando em risco o bem estar e aprendizado do aluno. Às vezes temos que levar um aluno ao banheiro, trocar a fralda e não tem ninguém para ficar na sala tomando conta dos demais”, declara uma das professoras.

A Vice-presidente do SIMPI, Profa. Maria Ionei informou aos professores que tentou agendar uma reunião com a Secretária de Educação para discutir o assunto, mas a mesma não confirmou o agendamento e tampouco apresentou outra data viável. “O sindicato é sensível a esta demanda. Já levamos esta situação ao Conselho Municipal de Educação e esperávamos que a Secretária nos recebesse para uma reunião, coisa que infelizmente não aconteceu”, afirma a sindicalista.

De acordo com o Departamento Jurídico do Sindicato, a próxima medida será a elaboração de uma representação ao Ministério Público Estadual, para que o órgão possa intervir nesta situação, além do possível ajuizamento de uma ação na Vara da Infância e da Juventude. “As creches não possuem a menor condição de funcionar sem a presença dos monitores. Os professores sozinhos não podem receber altos quantitativos de alunos e se responsabilizar sozinho por todos eles. Iremos provocar os órgãos responsáveis e, se possível, solicitar a suspensão das atividades até o Governo resolver esta situação”, afirma o Advogado do SIMPI Dr. Jessé Melo.

Fonte: Ascom SIMPI

 

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